A Faex encontrou solução para pequenos geradores de resíduos perigosos que, por falta de escala, tinham dificuldade em cumprir a lei

Quando funcionário de uma companhia de grande porte especializada em  resíduos perigosos [1], o químico e gestor ambiental Flávio Bragante era sempre consultado por pequenas empresas interessadas no serviço para o descarte correto de seus rejeitos, devido ao risco da fiscalização. Mas nada podia ser feito, porque o mercado só recebia esses materiais para destinação final em quantidades bem maiores.

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[1] O Brasil produz cerca de 3,8 milhões de toneladas de resíduos industriais perigosos por ano, segundo o Ministério do Meio Ambiente

Até que um dia o químico se viu inspirado a imaginar uma solução capaz de virar negócio e começou a desenhar um caminho.

Os anos se passaram e, já trabalhando em uma fábrica de cimento adquirindo resíduos para combustão nos fornos, voltou a ser questionado sobre o assunto.

 “Foi quando decidi arrendar o galpão de um cliente e me desligar da cimenteira [2], iniciando uma nova atividade para oferecer alternativa ao lixo tóxico de indústrias menores, diante do grande potencial do segmento”, conta Bragante.

As indústrias de cimento têm capacidade de receber em torno de 200 a 300 toneladas por dia de resíduos para processamento nos fornos

Formatada para micros, pequenas e médias empresas, a solução permite um fim mais nobre e ambientalmente correto para materiais poluentes que muitas vezes vinham sendo descartados sem critérios em terrenos baldios, porque não havia quem os recebesse.

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